quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Estrelas em teu olhar


Deixe-me observar a luz das estrelas
Neste seu olhar que me faz viajar
Neste seu olhar que me deixa mais apaixonado por ti
Seu olhar brilha como o lunar, deixando-me mais alegre

Deixe-me ver teu sorriso
Que tanto preciso
Para poder viver e agradecer
Deixe-me escutar teu riso
Que alegra-me a cada segundo

Deixe-me sentir o perfume em teus cabelos
Deite-se sobre meu peito e conte-me seus sentimentos
Conte-me sobre teus momentos
Felizes juntos comigo


Sei que não foram muitos
Mas os que foram, foram especiais
Junto contigo, tudo parece mais vivo
As cores mais vivas, parece que estou nas nuvens

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

3 anos


Hoje faz 3 anos que não te vejo
1095 dias sem te ver!
Foi-se tão rápido quanto um bocejo  
3 anos sem me acolher
3 Anos sem festejo
3 Anos sem amanhecer
Apenas uma eternidade
Que saudade

3 anos sem ouvir tua voz  
3 anos sem te tocar
Queria voar como um Albatroz
3 anos sem esboçar
Foi-se um ano feroz
3 anos eu, sem calar
Tudo foi-se num canto  
Transformou-se em pranto

3 anos sem sentir o teu perfume
Que perfume maravilhoso
Que cheiro nostálgico, ficava até com ciúme
Deste perfume tão afetuoso
Agora toda a dor me consome
Não sinto-me mais carinhoso
Tudo foi-se tão rápido
Tudo foi-se tão indevido

Quando choro, não sei a quem recorrer
Se estivesses aqui, choraria em teus braços
E ouvir palavras bonitas, sem correr
Ficar sobre teus confortantes abraços
Quando me questiono não sei a quem recorrer
Se estivesse aqui, minhas dúvidas sumiram nuns traços
Você dizia tudo que precisava
Tudo em um instante acabava 

Quem lerá minha poesia?
Quem vai me questionar sobre tal estrela?
Quem vai me dar uma acácia?
Quem vai me levar à capela
Quem vai me ensinar sobre a alegoria?
Quem vai me ensinar a ter cautela?
Quem vai me dizer palavras confortantes?
Já que estou num inferno como Dantes?

Saudade da tua voz, que fazia-me dormir
Uma voz confortante
Sua voz que me fazia sorrir
Uma voz marcante
Uma voz que dizia-me para onde ir
Agora estou tão angustiante
Saudade de ti enfim
Queria que não tiveste um fim

Agora estou aqui, um ponto perdido  
Tentando sobreviver
Agora estou aqui não agradecido
Só queria de novo viver
Infelizmente estou decidido
Que tentarei sobreviver
Apenas escrevo para sanar a dor
E tirar este rancor

Escrevo com lágrimas nos olhos
Escrevo tremendo a caneta
Parece-me até quadrinhos
Queria desenhar uma borboleta
Escrevo pensando em ti
Algo que sempre quis aqui

Obrigado por me ensinar a escrever
Obrigado por me ensinar a amar
Obrigado enfim, por tudo     
Obrigado  mãe 


Ps: na foto somos nós mesmos
Ps2: Não tenho mãos tortas!!

Como é a chuva?


A chuva cai carinhosamente
E perfeitamente se esvai os pingos
Como é a chuva?
Só posso escutá-la

Como é a chuva de verão?
Porque ela sempre volta?
Só a escuto
Não consigo vê-la

Os pingos caem na janela
E eu me pergunto, como é a chuva?
Será tão doce quanto as palavras
Que escrevo a você?

A chuva que molha a terra
A chuva que me molha
A chuva que escuto
Neste mundo escuro

Chuva de verão


A flor que um dia foi bela
Murchou-se por falta de cuidados
O arco-íris que um dia se formou
Foi-se embora com o sol

O amor que durou
Um dia se pendurou
E a chama apagou-se
Todo amor perdido

Minhas palavras que um dia
Fora de amor
Agora é de tristeza
De pranto e espanto

As palavras que um dia
Foram duradouras
Acabou-se num sonho
Sonho de verão

Verão aquele que nos apaixonamos
Verão aquele inesquecível para ambos
Um verão que durou
Mas que um dia acabou

Sinto falta das palavras de amor
Que um dia foram para ti
E que hoje, não ligas mais
Infelizmente

Palavras que escrevo
Numa chuva de verão
Que vai e volta
Assim como nosso amor...


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Até o último suspiro


Mais um dia se passa
Mais um amanhecer e outro anoitecer
Mais uma desgraça  
Mais um amanhecer
Mais um dia em branco
Mais um dia eu sendo franco

Um dia se foi e minha esperança também
Todos esperançosos sabem
Minha esperança em encontrar você
De um amor precoce
A esperança que não descansa
Que consome meu peito cansa

Que me deixa em prantos
Sem tua presença com a minha
Sem ter meus méritos
Sem ter minha menininha
Sem estar ao lado teu
Sem ser seu

Toda minha caminhada até aqui
Não consigo ver você dali  
Foi sem você, que desperdício
Foi-se todo indicio
Poderia ter andado com você  
Mas não, foi sem você

A solidão me invade a todo momento
A qualquer momento vou ceder
Em meu triste pensamento  
Daqui a pouco vou conceder
Serei sua rapariga
Sua fiel amiga

A resposta do meu problema
É todo este pequeno poema
Chegar a ser banal
Este poema artesanal
A resposta és tu
A resposta não está no céu

Porque você minha garotinha
Garotinha que sempre amei
Garotinha, minha andorinha
Garotinha que tanto clamei
Garotinha que quero
Garotinha que tanto espero

Quero ficar ao teu lado
Quero ser seu amado
Até envelhecer
Até anoitecer  
Até o ele dizer adeus, o coveiro
Até o último suspiro