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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Soneto Noturno - Soneto XCII

Naquela noite - Tu dormias 
Eu - concentrado a luz 
A cabeça no capuz
Inda multiplicando todas orgias

Ouvira na cabeça o ranger

Toda a festa vermicida
A alegria aos poucos vencida
Fazendo-os constranger

Aqueles vermes malditos

Por um momento pensei nos gritos
Que a alma até hoje proclama

Pra onde fora toda calma?

O inferno constante drama
Onde escrevo gritando!



quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Acalmar o Triste Poeta


Talvez quando a tristeza
Se fizer presente no momento
Tu te faz presente
Acalmando o triste poeta

O melhor momento de paz
Na qual há grande recordação
É quando tu te faz presente
Acalmando o triste poeta

Talvez tua presença
Nunca se fez presente
Mas te ter
Acalma o triste poeta

As lembranças passam correndo
Percorrendo toda memória
Quando tu te fez presente
Ao lado do triste poeta!

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Sonharei contigo


Teu sorriso ficará eternizado na memória
Teu olhar ficará eternizado no pensamento
Nunca vou saber o teu olhar apaixonado
Tua voz nunca tive a oportunidade de escutar
Nunca hei de saber a delicadeza do teu toque
Nunca vou esquecer de quando te vi
Mas nunca deixarei de sonhar contigo!

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

De onde eu te vejo


De onde eu te vejo
Da janela do apartamento
A todo o momento
Eu te desejo

De onde eu te vejo
Tem sempre alguém ao teu lado
E eu fico calado
Eu o invejo

Quando a coragem virá
Para falar sobre meu amor por você
Meu amor sempre existirá

Na memória de quem escreve este soneto
Para ficares sempre na memória
Deste poeta incompleto.