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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Soneto Noturno - Soneto XCII

Naquela noite - Tu dormias 
Eu - concentrado a luz 
A cabeça no capuz
Inda multiplicando todas orgias

Ouvira na cabeça o ranger

Toda a festa vermicida
A alegria aos poucos vencida
Fazendo-os constranger

Aqueles vermes malditos

Por um momento pensei nos gritos
Que a alma até hoje proclama

Pra onde fora toda calma?

O inferno constante drama
Onde escrevo gritando!



quarta-feira, 29 de novembro de 2017

A aquela C.


Há naquele rosto
Indícios de meu passado
Tem naquele sorriso
Indícios de minha alegria

Naquele teu olhar uno
Há uma imagem minha
A na minha C.
Há muito mais que um olhar

Naquela breve lembrança fotográfica
Descreve muito
Quem eu sou
Quem eu fui...

Há naquela C.
Indícios de um amor sincero
E a eterna poesia
Do Triste Poeta!

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Representação do meu Amor



Se se um dia pudesse representar
O carinho e amor que tenho por você

Pintaria uma versão gigante
Da Noite estrelada

Plantaria num campo
A Flor mais bela

Cantaria mais alto
Eu sou o campeão

Se um dia pudesse representar
A paz que tu me trás

Seria capaz de escalar
As mais altas montanhas do Tibete

Se se um dia pudesse representar
O amor e carinho

Eu aprenderia a língua dos Deuses
Para eternamente agradecê-los pelo presente

O maior presente que pudera ter
Fora ter te conhecido

Antes de ir embora
Quero recolher umas moedas

Para dar ao Caronte
Chegando mais rápido em ti

Quando Hades ler minha Lira
Logo coincidirá meu desejo

De viver na eternidade
Ao lado teu