quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Atormenta meus sonhos


Pudera dormir em paz
O paradoxo da alegria
Toda noite
Sonho com tua presença

Ora por quê sonho contigo?
Atormenta meus sonhos
Toda noite
O dia inteiro penso em ti

Dê ao menos
Um sinal de vida
Pois a morte é constante
A vida era vida ao lado teu

Saudade, a pura definição
Do triste poeta
Sonhador
Ah... se fosse verdade

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Metade


Quando eu saí 
Deixei metade de meu coração
Quando voltei
Beijei o chão

O caminho é longo 
Mas a distância compensa
Longe... Longe...
Deixando tudo para trás

Quando chegar aí 
Receba-me como outrora
Deixa-me sentir teu ar acolhedor
Saindo toda minha dor

Quando voltar 
Vou buscar a outra metade
Do meu coração
Ficando completo meu êxito


domingo, 3 de setembro de 2017

Soneto da Volta – Soneto LXXIX




Sonhei contigo hoje, setembro
Estavas lá na frente
Mas não lembro
Da última vez que te vi tão presente

HAHAHAHA, Bem-vinda de Volta!
Serás muito bem recebida
Como outrora naquela revolta
Vamos lá e me deixe com vida!

Ah! Tua presença em meus sonhos
É sinal de muitos ganhos
Estou tão vivo quanto morto

Só peço-te entenda minhas palavras
Faça novamente parte das aventuras
Ah... tu és meu sonho!

domingo, 27 de agosto de 2017

La fora agosto


Se por um dia te avistar
Sem querer te olhar
Vou te ver
Como sempre quis te ter
                        Marcelo lembra de ti
                               Marcelo, lembra de mim?

Quando os relógios pararem
Para novamente as flores aflorarem
Tão somente para te admirar
Vou lembrar de te amar
                        Marcelo lembra de ti
                               Marcelo lembra de mim!

Ora, C, volte para teu príncipe encantado
Me deixe novamente abalado
Pensando a cada momento na tua imagem
Ah... deixe viver nesta miragem
                        Marcelo lembra de ti
                               Marcelo, lembra de mim?

Não vou mentir meu retrato
Ninguém entende este mundo abstrato
Onde eu vivo ao lado teu
Onde sou teu Romeu
                        Marcelo lembra de ti
                               Marcelo lembra de mim!

Que me perdoem as palavras
Que me perdoem as brincadeiras
Mas sempre vou escrever
Do quanto tu me faz viver
                        Marcelo lembra de ti
                               Marcelo, lembra de mim?

Que vivas como no meu sonho
Que vivas como as palavras que te proponho
Viver ao lado meu
Pois lá sou teu Romeu
                               Marcelo lembra de mim!
                               Marcelo, lembra de ti?

domingo, 13 de agosto de 2017

Soneto de Agosto - Soneto - LXXVIII



Quando fechares teus olhos
Quando os olhares ficarem velhos
Beijarei teu rosto
E lá se fora agosto

Vai terminar o ano ....
E a música se esvai no piano
Mais uma lagrima perdida
Nenhuma despedida...

Me perdoe pelas palavras
Mas favor, não te calas
Diga: “É você quem eu amo”!

Toda hora me pergunto
Estou tão vivo quanto defunto
Como vai você?