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sábado, 2 de fevereiro de 2019

A vida e Morte de uma Estrela


Queria estar observando as estrelas
Mas estou de frente com a morte
Como outrora eu observava elas
E elas me contavam muita coisa

Todos aqueles sorrisos
Brindando a uma noite escura
Estrelada como as flores
No teu vestido preto

Estou de frente para a morte
Mas mesmo assim
Eu vejo as estrelas que jamais vi
Vejo a esperança em Morrer

Inda que todo sentimento
Não consigo mais em vida
Sorrir
Sinto inveja do sorriso das pessoas!

Meu canto já se fora a muito tempo
Desde quando terminei Marina
Desde quando tua imagem
Tornou-se uma lembrança obscura

A poesia aos poucos também se vai
A música ao fundo já acabou faz tempo
Minha Musa já morreu faz tempo
Estou de frente com as estrelas

Não estou de frente com a morte
Estou dando meus últimos trocados
A Caronte...
Favor... Leva-me antes que queria voltar...

Quero fazer o mesmo caminho de Dante
Quero descobrir o inferno, purgatório e
Quiçá até conheça o Paraíso
Estando ao lado teu !

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Nos corredores do IMEF

Aqueles corredores estavam silenciosamente
Silenciosos
Como se estivessem a minha espera
Talvez...

Toda aquela ausência de movimento
Sem ninguém naquele lugar
Somente eu
Curtindo aqueles corredores

Com a memória fervendo em lembranças
Vejo nossas imagens naqueles
Corredores, salas
Todo aquele barulho

Quase nada mudou 
Naquele lugar
Mas todo aquele silêncio 
É assustador

Assustador é 
Depois que todos anos
Esse lugar ainda
Me acalma 

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Lua Apavorante


Há quem diga que és romântica
Eu digo que és assustadora
És uma espectadora
Outros te classificam como nosomântica
Te inspire nas estrelas!
Elas morreram
Mas continuam brilhando
Tu apenas se alimenta
Da luz Solar!


Reza a lenda que,
No dia 17 de Maio de 1994 nasceu
....
O presente medo que me levará
Até outros dias 17´s.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Soneto de Física


O professor colocou a mesa
No meio da sala
Ele tinha nas mãos uma bala
E para nossa surpresa
Colocou a bala suspensa em sua mão
E deixou-a cair
Não deixou ninguém se distrair
Quando ela tocou no chão
Ele disse: Isto é gravidade!
Mas era muita subjetividade
Então começou a surgir os cálculos
Era muita coisa para compreender
Para uma mente que só sabe escrever
Fiquei admirando a aula até o final.