quinta-feira, 1 de junho de 2017

O dia em que a Terra parou


Da alegria fez-se o Pranto
Da risada fez-se o choro
Das informalidades fez-se o decoro
Das atitudes fez-se o Santo!

Fora numa noite de quarta-feira
O dia em que a terra parou
O meu mundo acabou
Ah... Se fosse brincadeira...

Retrai o peito e me faz confessar
Quando todo o sonho morreu
Fazendo-me fracassar

Todos planos perdidos ao vento
Ao choro. A risada. Ao pranto
Compilando-se ao meu encantamento!


"Nós não vivemos mais. O homem é privado da alma, a natureza é privada do homem...nunca houve época mais perturbada pelo desespero. Nunca silêncio mais sepulcral reinou sobre o mundo. Nunca a alegria esteve mais ausente. E eis que grita o desespero: o homem pede gritando a sua alma, um único grito de angústia se eleva do nosso tempo. A arte também grita nas trevas, invoca o espírito: é o expressionismo."
(Hermann Bahr - 1916).

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Tua presença é minha Paz


Senti ao longe um cheiro conhecido
Pude novamente sentir o aroma do teu perfume
Ah...
O doce néctar do nascer das flores

Chegaste colorindo
O preto e branco do lugar
O teu brilho
Iluminou os cantos mais obscuros

Pensara que nunca iria ver-te novamente
A tua presença me contagiou
Com uma paz que outrora
Já experimentara

O teu sorriso abriu as portas do paraíso
O brilho do teu olhar                 
Inaugurou o brilho das estrelas
Novamente estavas presente ao lado meu!

Nunca houve um inverno tão acolhedor
Quanto aquele ao lado teu
Nunca houve um inv(f)erno tão devastador
Como é estar longe de ti

Se eu fosse (des)escrever
Quantas vezes meu sonho morreu
Ao te perder
Ficaria noites e noites longas (des)ecrevendo

Não me importo!
Escreveria pela eternidade
Se necessário fosse
Para te ter de volta aos meus braços

Desenharia as estrelas no céu
Roubaria o brilho da Lua
Te levaria para conhecer o mar
Só para ter de volta minha paz!

Te peço com carinho
Não me acorde deste sonho
Não quero voltar ao pesadelo
Que é estar longe de ti!

domingo, 21 de maio de 2017

Em meu olhar


Através do meu olhar
Eu já vi tudo
A Morte
A Vida

Já vi a Luz deixar os olhos
De alguém que amava
Já vi a mais dolorosa dor
Já vi o toque mais carinhoso

O que mais quis ver
Não consegui enxergar
Era poder através do teu olhar
Ver que me amas

Pós tua perda
Fiquei cego
Não enxergo mais a vida
Só vejo o preto e o branco

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Lua Apavorante


Há quem diga que és romântica
Eu digo que és assustadora
És uma espectadora
Outros te classificam como nosomântica
Te inspire nas estrelas!
Elas morreram
Mas continuam brilhando
Tu apenas se alimenta
Da luz Solar!


Reza a lenda que,
No dia 17 de Maio de 1994 nasceu
....
O presente medo que me levará
Até outros dias 17´s.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Soneto - Mal do Século



Algo inimaginável era te perder
Era alegre ver a tua Alegria
Sorriso este teu ficará na Memória
Na alegria dos teus braços poder morrer!

Ao som da tua voz aprofundar-me
Num sonho profundo
Fazendo de lá meu mundo
Ao fim da tua melodia acordar

Ao despertar ver-te ao meu lado
Presenteando-me com um lindo sorriso
Algo que todo dia preciso

Tua presença me presenteia com a vida
Tua falta me presenteia com a morte
Mas que Sorte!